Arquivo para julho, 2007

Amsterdam

21 a 25/07/2007 – Holanda

Holanda

Saímos de Berlim no dia 21, último, em um trem de primeiríssima classe e última geração (melhor que nosso vôo internacional – Murphy) e viajamos 5 horas com todo conforto e mordomia do mundo. Fomos recebidos suuuuuuuuuper bem pelo Allard e pela Rosane na estação central de Amsterdam!

Sapato Holandes

Depois de milagrosamente compremirmos toda bagagem dentro do carro, fizemos nosso city tour night por Amsterdam (a cidade do pecado – Murphy), (a cidade da putaria – Eve), andamos pelos canais, pelas bocadas, bebemos cerveja, fomos ao Red Light District (Uooouuuu!!! – Murphy) e comemos o prato típico da cidade: batata frita com maionese (?!?!?!? – Carol).

Amsterdan  Batata Holandesa 

Após a ceva, um merecido pit stop num dos mijadouros públicos no meio da rua.

Mictorio Publico 

O Red Light District é o bairro da putaria e da maconheragem liberadas oficialmente pelo governo. Lá, e na cidade inteira, tem os coffees shops que são grandes lojas e redes especializadas em maconha e seus derivados e apetrechos. Lá tambem tem as mocas de vida fácil que prestam favores e que ficam se disponibilizando em vitrines pela rua do bairro todo. Maiores interessados em informacões, entrem em contato comigo (Murphy) ou com o Google mesmo!

Red Light District

“Esqueça a Disneylândia! Red Light District é o lugar mais mágico do mundo!” – Rocha

Zoetermeer é a cidade em que o Allard e a Rosane moram, logo, foi lá que passamos todos esses dias. Zoetermeer é a cidade onde o lixo é mais especificadamente separado e controlado de todo o mundo! Isso sim é coleta seletiva!!! Esta cidade é exatamente o oposto de Amsterdam, pois fora holandeses e as batatas, não há nada de semelhante entre as duas cidades.

Lá, finalmente tivemos um estadia acolhedora, sem espanholas fedorentas e sem horário pra liberar o quarto para limpeza! E foi o único “albergue” que nos ofereceu acesso a internet de graça!!! Além de todo conforto, a vista do décimo sexto andar era linda: um moinho!!! Hehehehe!!!

No domingo, 22, nosso casal anfitrião preferido nos levou para conhecer…
“… um set de gravação de filme holandês medieval, pois aquilo não existe.” – Eve
“… uma vasta plantação de moinhos.” – Rocha
“… o país.” – Carol

Kinderdijk (inverno chuvoso)
Uma cidadezinha com vinte lindos e fofos moinhos.

Rosane e Allard 

Delft (outono)
Uma cidade universitária cheia daquelas casinhas clássicas holandesas (“Eu moraria lá!” – Carol), onde comemos Kebab (Eve), Kroket e Frikandel (Rocha e Carol) e melhor, assistimos a um show de música e dança havaiana (“Não tentem entender!” – Carol).

Outono na Holanda

Schevening (primavera)
Uma praia podre de chique, cheia de gaivotas e gente brega e podre de rica. Os bares a beira mar possuem lounges com gigantescos pufs para todos se atirarem e garçons servindo, exceto nós, claro!!!

Bares  Primavera na Holanda

E assim, conhecemos toda Holanda! Hehehehe!!!

Naquela noite tivemos a melhor refeição da viagem: a maravilhoooooooooooooosa lasanha bolonhesa estilo Schripsema!!!

Lazzanha 

No dia 23, nós três nos aventuramos sozinhos por Amsterdam. Mas antes disto, atravessamos o paísis de trem umas três vezes em mais ou menos duas horas pq não sabíamos em que estação descer e muito menos a direção do trem. Em Amsterdam fizemos compras, fizemos compras, fizemos compras e depois o Rocha e a Carol visitaram o Museu de Cera Madame Tussaud’s (Carol ganhou um gatinho e Murphy deu aula de dança) enquanto a Eve fazia compras. Após uma cerveja e um banho de chuva, voltamos pra nossa querida Zoetermeer. No outro dia, continuou chovendo, então, continuamos fazendo compras, mas em Zoetermeer mesmo, pq o apartamento do Allard e da Rosane é no melhor endereço do mundo: em cima do shopping!!!! Heheheh!!!  Jantamos as clássicas e ótimas Panquecas Holandesas do Allard e na manhã do dia 25, finalmente e pra alegria do Allard e da Rosane, fomos embora e a paz e a limpeza retornou aquele lar! (“Entendo pq o Allard fez tanta questão de nos deixar na estacao de trem!” – Carol).

Depoimentos:

“Amsterdam é exatamente o que eu tinha imaginado e muito mais. Ideal para todas as minhas despedidas de solteiro! Mas com a Carol e a Eve por perto, desta vez nem no museu do sexo eu fui passear!!! Os moinhos realmente são gigantes, e finalmente entendi a utilidade deles. Nunca imaginei que chovesse tanto na Holanda. Quero agradecer ao meu holandês gigante por ter recebido a gente desde a estação, ter nos levado pra passear mesmo abaixo de chuva, ter cozinhado para nós, tudo em nome da honra dos Templates! E brigadao Rosane por tudo e defenderei com minha vida suas balinhas!” – Murphy

Allard

“Eu só queria agradecer ao Allard e a Rosane por terem nos recebido e nos aturado nesses dias. E pedir desculpa por toda a bagunça que essas criancas fizeram no apartamento e na vida deles!” – Carol

“O Allard e a Rosane foram pacienciosos e paternais conosco. Quero agradecer todo cuidado e mandar um abraço forte!” – Eve

PS. As balinhas que o Murphy está defendendo são estranhas balinhas de petróleo… eca!!!!!

Lista 1 – As frases mais ditas

As frases mais ditas por enquanto:
Observando que ainda nao chegamos na Franca.

“Carol, sai da ciclovia!” – Murphy e Eve

“Eu moraria aqui.” – Carol

“Sanduiche!” – Eve

“Uscita” – Carol, Eve, Murphy

“Que dia eh hoje?” – Carol, Eve, Murphy

“Je ne parle pas france!” – Rocha e Carol

 “Isso nao cabe na minha mochila!” – Carol, Eve, Murphy

Pergunta: “Adivinha o que eu to vendo?” – Carol
Resposta: “Escoteiros!” – Eve e Rocha

“Ruia!!!” – Carol, Eve, Murphy

“Cade a Eve?” – Carol e Murphy

“Quem ta com fome?” – Eve

“Pra variar, perdidos em…” – Carol

“Bah! Que asa!” – Carol, Eve, Murphy (PS. em relacao aos europeus e nao a nos!!!)

Berlim

18 a 21/07/2007 – Berlim – Alemanha

A chegada à Berlim foi bem tranquila pois toda a cidade é bem sinalizada, plana, com avenidas largas, só o idioma atrapalha.

Berlin

Perdida em Berlin

O trem nos deixou (sem querer) numa estação perto do albergue dos 3 porquinhos, que por sinal é facílimo de encontrar.

Hostel

O Hostel é um casarão antigo com ares de mal assombrado, cheio de escadinhas, porões, sótãos e passagens. O elevador não funcionava, por isso tivemos que subir 3 andares com toda bagagem nas costas. Horrível!!! E pra ajudar, no dia seguintes nos trocaram de quarto e tivemos que descer e subir mais uma vez com tuuuudo!

Albergue dos 3 porquinhos - Berlin

Os alemães são simpáticos e melhor, não fedem!!!! \o/ \o/ \o/

O alemão mais legal que conhecemos foi o tiozinho barbudo, gordo dono do pub BitBurger que tomamos a primeira cerveja e comemos salsicha com batatas! Um clássico alemão!

Rocha Bitburger  Eve

Lugares que conhecemos: Portão de Brandenburgo (o único dos 14 que sobrou inteiro da 2a. Guerra), Bundenstag e Bundensrat (os dois parlamentos da Alemanha), o Tiergarten (o enorme parque no meio da cidade), a Coluna de Vitória, o Alexander Platz (uma antena de tv metida a besta), a Catedral Anglicana, a policiada Sinagoga Judaica, a Ilha dos Museus, o policiado Museu do Povo Judeu, o Checkpoint Charlie (museu do muro), o Palácio de Bellevue (casa do Presidente), o monumento ao holocausto e o Cueva Buena Vista (o único e melhor clube de salsa de Berlim!!!! E quem nos levou para esta última empreitada foi o Steve, amigo alemão da Eve).

Catedral Muro

Coluna de Vitoria

Monumento Holocausto Brandeburgo Tor

A Carol apareceu… hahahah!!! 

“Antes eu tinha uma impressão errada de Berlim, a cidade na verdade, é limpa, hospitaleira, bonita e chega a dar vontade de morar lá (…muita! – Carol), não fosse o idioma! Os parques são acolhedores com carvalhos e plátanos, animaizinhos…. Muito bom!”- Eve.

Lanchinho t�pico alemão Só bebida estranha, batata e salsicha.

“As cinco melhores coisas de Berlim: suspensórios, macacões, uma construção/obra, suco de repolho (…argh!!! – Carol) e o saudável habito de tomar cerveja desde às 10 horas da manhã! Com pequenas mudanças, moraria em Berlim!” – Rocha/Murphy.

“Berlim é um elegante canteiro de obras, que eu adoraria morar, desde que o Rocha, após virar Presidente, trocasse a língua oficial para inglês e colocasse a Áustria de castigo! E eu poderia ir todo ano para a colônia de férias (Holanda)!” – Carol.

Salsa Desespero pra aprender salsa em Berlin!

Firenze “O Minuê”

16.07.2007 – Firenze – Italia

Villa Camerata

Ostello Vila Camerata, um hostel a 30 minutos da estação Santa Maria Novella e do centro de Firenze. Apesar da distância, até agora se apresentou como o melhor albergue que estivemos.

Como comentamos anteriormente, o Vila Camerata é um hostel cercado por verde, no alto de uma colina, em um grande casarão antigo, cheio de esculturas bem ao estilo renascentista da cidade.

Firenze

O café da manhã continuou precário: Pedra Pão cascudo, dois potes de geléia e um suco+café (Eeeeeca!).

A infra do local é jóia: lavanderia, cinema (nem vimos), internet (€€€€€), bar, banheiro misto (“hehhehehe” – Rocha). Mas sem cozinha liberada.

O albergue é tão distante da civilização que fica difícil pra jantar fora. E, por conta disso, a grande maioria do pessoal acaba ficando por lá mesmo.

Albergue

Nesta última noite rolou um festerê muito louco, a base de vinhos, cervejas, whisky e Fanta Quinoto. Meio que sem querer o pessoal foi se entrosando e conversando (em todas as línguas possíveis e gesticuláveis) na área de convivência do albergue.

Como bons brasileiros, demonstramos ao pessoal uma típica canção das bebedeiras verde-amarelas: “Escravos de Jó”! Os Japa-Coreanos da China mostraram o hit do oriente: “O Tag” (complicado demais para explicar)!

Tag

A bagunça tava tanta que nos expulsaram da área de convivência para frente do Albergue, dali para fora do portão, de fora do portão para colina abaixo…

Muitas tribos tentando se comunicar e mostrar um pouco de suas pagações de vale extrangeiras. As espanholas ‘bebadinhas’ dançaram flamenco. E nós queimamos a tanga com todas as nossas breguices nacionais.

flamenco

Rola birita pra cá, enrolashion pra lá e acabamos dançando o “Minuê”! Uma musiquinha bacana que outro brazuca (Ciro) ensinou pro pessoal. Mas a gente só pode explicar pessoalmente (e em horário apropriado).

Festere

“Acho que o festerê virou a noite. A hora que fui pro quarto já era muito tarde. Mais ou menos me lembro de ter dito pra Carol que eu tava subindo… desde então não sabemos onde ela está :-)” – Rocha/Murphy.

festa no albergue

 

Pisa

16.07.2007 – Pisa – Itália

 Pisa

Sejam bem vindos a Pisa, cidade da torre torta.

E ela eh torta mesmo! E nao eh pouco.

A Torre Inclinada de Pisa

Deixamos nossas tralhas no Albergue de Firenze e pegamos um trem para Pisa, junto com alguns outros colegas de albergue.

Ao desembarcar em Pisa, eh necessario caminhar “toda” a cidade  para chegar até a Torre. O calor continuava insuportavel.

 Turma em Pisa

O treco, alem de ser torto, parece que vai cair!

Curtimos a tarde num piquinique, a sombra das arvores, em frente a Torre.

 Tiramos as classicas fotos segurando a torre (e imitando opcenidades – Murphy), alem de produzir videos instrutivos. Depois fomos ver as banquinhas de souvenir e percebemos que nao havia mais nada pra ser feito em Pisa.

Pisa e Carol

Pisa – Missao cumprida.

Demos a nossa forcinha tb:

Firenze

14-15.07.2007 – Firenze/Florence/Florenca – Italia

Após nossa maratona de 4 horas em Venezza, tomamos rumo para a Renacentista Firenze!

Para variar, nos perdemos nas estações e levamos muito tempo pra chegar lá. Pegamos o bus n.º 17 para o albergue, parada Salviantino e caminhamos 2km, lomba acima, para chergamos em nosso albergue campestre.

Apesar da lomba, o albergue é em uma região invejável. Muita natureza, espaço para camping, lavanderia, bar, espaço comum de convívio para os hóspedes, (“banheiro misto” – Rocha) e bebida razoalvemente barata.

Perdidos na Estacao

De Venezza pra Firenze não foi tão sufocante quanto de Roma para Venezza.

Nos na ponte Vechia

O calor continua escaldante, a cidade não tem muitas arvores, mas tem bastante esculturas de gente pelada e um mar de turistas (“com tsunamis de excursões japonesas” – Eve)  invadindo as ruas.  Incrivelmente as pessoas são mais fedidas ainda, comparando com Roma.

pintito de davi

“Pintoricho: as esculturas masculinas seguiam um modelo de perfeição e pureza. Por isso, apesar de terem a musculatura perfeita, tinham que parecer homens inocentes (pintos minusculos).” – Eve

pintoricho

“Hehehehehehe sacanearam o Davi ! Heheheheheheheheehhehehe!!” – Murphy

Eve

“Dá para entender pq os renascentistas eram tão inspirados. O berço deles é Firenze.” – Eve

Bem gatinha

“A cidade é bem maior do que eu imaginava. Tudo é muito velho, mesmo a parte não turística. Toda a cidade respira arte, renascentismo. E mesmo as longas horas de espera na fila para entrarmos na Galleria Degli Ufizzi valeram a pena (“conhecemos as tartarugas ninjas” – Murphy) , pois conhecemos as obras originais de Leonardo, Botticelli…” – Carol

Final Brasil x Argentina

Mesmo estando na Europa, era impossivel perder a final Brasil x Argentina (3 x 0). Toda a brasileirada de Firenze se concentrou num Pub para curtir o espetáculo (sem a narração do Galvão 🙂 Tinha uns 2 ou tres coitados hermanos .

bem gatinho

A noite de Firenze no albergue foi a melhor até então. Canadenses, Espanhois, Mexicanos, Californianos e tantos outros despatriados num festerê bem joia.

Venezza em 4 horas

14.07.2007 Venezza – Italia

Rialto Gondolas venezianas Veneza…. Mais um cantinho lindo de Veneza

Pausa para foto durante nossa maratona de 4h em Venezza.

Deu tempo para conhecer tudo (se perder – Rocha/Murphy), tirar 1000 fotos, comprar bobagens e ainda comer uma Lazagna Italiana!

Uma verdadeira “lasagna” italiana

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Aí em cima é o albergue que ficaríamos mas desistimos…

 “Venezza.. Romântica, misteriosa, instigante, e tudo isso em apenas 4 horas!” – Eve.

“Ainda prefiro a lasagna da minha mãe.” – Carol.

“Baita labirinto, cada vez q se toma um atalho “se acaba” no rio. E muito parecida com o nosso joguinho de Wolftein! Soh faltou o meu “panzer”!” – Murphy.

Gondolas

Corremos por 4 horas na famosa Venezza, para provar que quem está solteiro, nao tem nada pra fazer lá. As compras são boas: máscaras, bonecos, cristais de Murano. Vale a pena pechinchar. É mais artesanal do que industrial. Faz pensar como deve ser o carnaval deles naquelas ruelas (baita baixaria, pegação numas ruazinhas que acabam sempre no rio).

A água tem cor de esmeralda e cheiro de esgoto. O calor permanece insuportavelmente intenso. Os gondoleiros são simpáticos (Eve), mas o transporte dos barquinhos é caro demais e não vale a pena.

Às 13h 23min embarcamos rumo FIRENZE.

E assim…

“O bixo pegou …” – Carol

bem gatinha em Venezza

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